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UnB vai sediar encontro nacional de pesquisadores negros em 2026

ResumoA Universidade de Brasília (UnB) sediará o encontro nacional de pesquisadores negros em 2026. O evento é um dos maiores do país em produção científica e ativismo intelectual. Datas, temas e inscrições serão divulgados posteriormente pela organização.

A Universidade de Brasília foi escolhida para sediar o encontro nacional de pesquisadores negros, um dos maiores eventos de produção científica e ativismo intelectual do país. Saiba datas, temas e como se inscrever.

Heitor Vasconcellos
por Heitor VasconcellosEditor de literatura e leitura na escola · 13 de julho de 2026
4 min de leitura
UnB vai sediar encontro nacional de pesquisadores negros em 2026

UnB vai sediar encontro nacional de pesquisadores negros

A Universidade de Brasília (UnB) foi confirmada como sede do encontro nacional de pesquisadores negros, evento bienal que reúne centenas de estudiosos e militantes para debater produção científica, relações raciais e políticas de ação afirmativa. A edição de 2026 promete ampliar o diálogo entre academia e movimentos sociais.

O encontro nacional de pesquisadores negros será realizado no campus Darcy Ribeiro da UnB, em Brasília, com data prevista para o segundo semestre de 2026. A organização está sob responsabilidade do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) da universidade, em parceria com a Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN).

Por que a UnB foi escolhida para sediar o encontro

A escolha da UnB não é casual. A universidade tem tradição em estudos sobre relações étnico-raciais e mantém programas de pós-graduação focados em diversidade. Além disso, o campus de Brasília oferece infraestrutura para receber eventos de grande porte, com auditórios, salas de aula e espaços de convivência.

Outro fator é a localização estratégica. Brasília, como capital federal, facilita a participação de pesquisadores de todas as regiões do país e também de convidados internacionais. A cidade conta com rede hoteleira e transporte aéreo que atendem demandas de eventos acadêmicos.

Programação do encontro nacional de pesquisadores negros

A programação está sendo construída de forma colaborativa, com chamada pública para propostas de mesas, minicursos e grupos de trabalho. Os eixos temáticos incluem:

  • Produção científica e epistemologias negras
  • Educação antirracista e políticas afirmativas
  • Saúde da população negra
  • Cultura, arte e identidade
  • Relações de gênero e interseccionalidades

Cada eixo terá coordenação própria, com pesquisadores de diferentes instituições. A ideia é garantir pluralidade de vozes e abordagens.

Como participar do encontro nacional de pesquisadores negros na UnB

A participação é aberta a pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação, professores da educação básica e militantes de movimentos sociais. Serão aceitos trabalhos completos, resumos expandidos e relatos de experiência.

As inscrições para ouvintes e submissão de trabalhos serão abertas no primeiro semestre de 2026, pelo site oficial do evento. A organização recomenda que interessados se cadastrem na lista de e-mails da ABPN para receber notificações.

Importância do encontro para a produção científica negra

Eventos como este são fundamentais para dar visibilidade à produção acadêmica de pesquisadores negros, historicamente sub-representados em congressos tradicionais. O encontro nacional de pesquisadores negros é um espaço de troca, formação e fortalecimento de redes.

Além das apresentações científicas, o evento promove atividades culturais, lançamentos de livros e rodas de conversa com ativistas. A edição de Brasília deve contar com a presença de lideranças do movimento negro de todo o Brasil.

Histórico do encontro nacional de pesquisadores negros

Realizado desde 2004, o encontro já passou por universidades como UFMA, UFRB, UFSCar e UFG. Cada edição tem um tema central. A de 2026 ainda não foi definida, mas a comissão organizadora já sinaliza que será algo ligado aos 20 anos da Lei de Cotas.

O evento é organizado pela ABPN, entidade que congrega pesquisadores negros de todas as áreas do conhecimento. A associação também publica a revista ABPN, com artigos sobre relações raciais e educação.

Inscrições e prazos

A organização ainda não divulgou as datas oficiais, mas o calendário provável é:

  • Submissão de trabalhos: março a maio de 2026
  • Divulgação dos resultados: julho de 2026
  • Inscrições para ouvintes: a partir de junho de 2026
  • Evento: setembro ou outubro de 2026

Para quem deseja apresentar trabalho, é importante começar a preparar o material com antecedência. As normas de formatação seguem o padrão de eventos científicos da área de humanidades.

Perguntas Frequentes

Quando será o encontro nacional de pesquisadores negros na UnB?

A data exata ainda não foi divulgada, mas o evento está previsto para o segundo semestre de 2026. A organização deve anunciar o calendário oficial no início de 2026.

Quem pode participar do encontro?

Podem participar pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação, professores e militantes de movimentos sociais. A submissão de trabalhos é aberta a todos os interessados, sem restrição de raça ou gênero.

Como faço para me inscrever?

As inscrições serão abertas no primeiro semestre de 2026, pelo site oficial do evento. Recomenda-se acompanhar as redes sociais da ABPN e da UnB para não perder os prazos.

O encontro terá atividades culturais?

Sim. Além das mesas e minicursos, a programação inclui apresentações culturais, lançamentos de livros e rodas de conversa. É uma oportunidade de integrar academia e militância.

Há custos para participar?

Haverá taxa de inscrição, com valores reduzidos para estudantes e associados da ABPN. A organização também deve oferecer bolsas de isenção para participantes de baixa renda.

Onde será realizado o encontro?

No campus Darcy Ribeiro da Universidade de Brasília, em Brasília (DF). O local tem fácil acesso por transporte público e estacionamento para veículos.

Heitor Vasconcellos

Heitor Vasconcellos

Editor de literatura e leitura na escola

Forma leitor de verdade. Fala de mediação de leitura, biblioteca viva e o livro certo pra cada idade, sem obrigação.

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